Reunião do Clube do Livro de Março
Olá! Nosso próximo encontro será na sexta-feira, dia 31/03/2023 das 12h15 às 13h15. Não precisa se inscrever. Basta ler o texto indicado e entrar no link do Zoom no dia e hora combinados. Não tem custo, nem número máximo de participantes. Algumas informações importantes: 1. Vamos ler e discutir o seguinte livro: DIAMANDIS, Peter H.; KOTLER, Steven. The future is faster than you think: How converging technologies are transforming business, industries, and our lives. Simon & Schuster, 2020. O livro pode ser comprado no formato kindle na Amazon. Para esse encontro, leremos os capítulos 1 e 2. 2. O encontro acontecerá no Zoom, nesse link aqui (um oferecimento da FGV!): ID da reunião: 613 923 4502 3. Como vai funcionar? Durante os primeiros 20 minutos farei uma breve introdução sobre os textos. Na sequência abrimos para a discussão. Atenção: esse encontro não ficará salvo! Espero vocês! Annelise
Clube do Livro
O Clube do Livro é um encontro mensal em que discutimos um trecho do livro selecionado. Não fazemos um “resumo” do que foi lido, mas discutimos sobre o trecho lido. Por isso, é muito importante a leitura prévia. Todos os livros serão sobre sustentabilidade, ESG etc? Não. Mas todas as discussões serão sobre as conexões entre o conteúdo lido e esses temas. Então, o Clube do Livro é para quem tem interesse em sustentabilidade e ESG e quer ler e discutir sobre o assunto, com base na leitura proposta. Pode ser que você trabalhe com esse assunto, esteja estudando ou seja só um curioso. Não há pré-requisitos além de ler o livro. A reunião acontece por Zoom, cujo link é disponibilizado nesse site; a data e hora são divulgadas no meu canal do Instagram e por aqui. Os encontros não são gravados, não têm custo e não é necessário se inscrever. Basta aparecer no link tendo lido o livro, claro. O primeiro livro que será discutido em 2023 é: DIAMANDIS, Peter H.; KOTLER, Steven. The future is faster than you think: How converging technologies are transforming business, industries, and our lives. Simon & Schuster, 2020. Aqui o link na Amazon (apenas para referência, não tenho parceria com a Amazon, não ganho nada com isso): Espero você no Clube!
Uma discussão sobre “propósito” na Estratégia Corporativa
A discussão sobre “Propósito” – bastante tradicional no escopo das atividades de planejamento estratégico – vem sendo atualizada para incluir uma lente de atendimento às necessidades da sociedade. (Para o vídeo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=AFQOa9Lt4t8) Em novembro de 2022, atingimos a marca de 8 bilhões de pessoas habitando esse planeta. Um marco impressionante, considerando que na virada do século XIX, no começo da Revolução Industrial, éramos pouco menos de um bilhão de pessoas. Nesses mais de 200 anos, avanços de diversas naturezas aumentaram significativamente a nossa expectativa de vida, que saiu de menos de 30 anos em 1800 para mais de 70 anos em 2021. Outro aspecto relevante desse período é o crescimento e desenvolvimento das cidades e da taxa de urbanização da população: fenômeno típico dos últimos dois séculos, hoje cerca de metade das pessoas do mundo vive em um ambiente urbano com alta densidade demográfica, quando comparadas às históricas baixas taxas de densidade do ambiente rural. Desde 2020 a maior parte da população mundial vive em cidades, e as projeções apontam que o crescimento populacional nas próximas décadas se dará, prioritariamente, nas cidades. A urbanização altera de maneira profunda as maneiras como vivemos, trabalhamos, viajamos, as nossas necessidades de infraestrutura e logística, nossas redes, a nossa noção do que é bem-estar. Tem profundo impacto sobre a cultura e a formação do pensamento: as cidades não são apenas centros econômicos, polos de infraestrutura, mas importantes locais para inovações de toda ordem, como culturais, tecnológicas, científicas, econômicas, entre outras. A concentração de pessoas (e mentes) diferentes que acontece naturalmente nas cidades, favorece o surgimento e a troca de novas ideias de forma muito acelerada. O aumento da expectativa de vida, o crescimento populacional, a explosão das cidades e a concentração populacional em áreas urbanas são importantes fatores demográficos atuais. Somos muitos, vivemos por mais tempo, principalmente em cidades. Para o gestor corporativo e o investidor, compreender – pelo menos um pouco – as mudanças e tendências demográficas é fundamental para pensar caminhos para os negócios e seus investimentos. Porém, para que essa análise tenha alguma aplicação prática para os negócios, é essencial segmentar tais tendências ao menos em grupos geracionais. Consumidores, clientes, mercado etc., são termos amplos, genéricos. Um bom começo para a análise estratégica é entender a quais grupos geracionais os stakeholders que têm relacionamento (atual ou futuro) com a empresa fazem parte. Longe de ser uma panaceia, analisar gerações é apenas uma das ferramentas que o gestor tem ao seu dispor. A definição de geração não é uma ciência exata, mas uma ferramenta analítica para se capturar visões de mundo, agrupando pessoas que têm, em tese, trajetórias formativas com base em experiências tecnológicas, sociais e econômicas similares. Pessoas que nasceram e cresceram no mesmo período tendem a ter vivido os mesmos eventos significativos, como uma pandemia ou uma guerra, por exemplo, compartilhado as mesmas experiências socioculturais e são propensos a possuir conjuntos semelhantes de valores, atitudes e comportamentos. Por outro lado, o estágio em que as pessoas estão de seu ciclo de vida e de seu processo de envelhecimento também contribuem para a sua visão de mundo. Duas gerações diferentes podem ter vivido a mesma experiência (como a pandemia), mas terem valores, atitudes e comportamentos distintos sobre esse mesmo evento. Atualmente, com mais de 8 bilhões de pessoas no planeta, vivemos algo fantástico: temos cinco diferentes gerações vivendo juntas. A Geração Silenciosa (1928-1945), os Baby Boomers (1946-1964), a Geração X (1965-1980), os Millenials (1981-1996), Geração Z (nascidos a partir de 1996)[1]. Essas gerações têm visões distintas sobre o papel das empresas, do governo e do terceiro setor na sociedade. Cada uma delas está também em diferentes estágios de vida, o que influencia o modo como tomam suas decisões de onde trabalhar, o que consumir e no que investir. As gerações mais novas, como a Millenial e a Z, aspiram gerar mudanças positivas para a sociedade e melhorar a qualidade de vida em geral; querem usar a tecnologia para levar avanços a todos os aspectos da experiência humana[2]. Por exemplo, pesquisa feita nos Estados Unidos pelo Pew Research Center aponta que o engajamento dessas gerações com o tema das mudanças do clima é substancialmente maior que das gerações anteriores. As gerações Z e Millenial estão falando mais sobre a necessidade de ação contra a mudança climática, vendo mais conteúdo online sobre mudanças climáticas e envolvendo-se mais com atividades de voluntariado e protestos que tratam do assunto [3]. Essa dinâmica multigeracional atual traz reflexos também sobre as gerações mais velhas, em um intenso processo de troca de ideias entre diferentes gerações. Poeticamente, poderíamos dizer que há um processo de “polinização”. A potência atual da discussão ESG é um exemplo de temas caros às gerações mais novas sendo considerados por outras. A edição de 2022 da pesquisa “Barômetro da Confiança” da Edelman Trust[4] aponta que 61% dos respondentes consideram empresas (“business”) como as únicas instituições em que confiam; 59% disseram que as ONGs são instituições neutras do ponto de vista da confiança, 52% governo e 50% mídia são também instituições neutras. Quando perguntados sobre quais instituições são vistas como forças unificadoras na sociedade, 50% apontaram as ONGs, 45% as empresas, 36% o governo e 35% a mídia. Um resultado que chama a atenção também é a importância atribuída à responsabilidade dos negócios com a sociedade. 58% dos entrevistados disseram que compram ou defendem marcas baseadas nas suas crenças e valores; 60% disseram que escolhem lugares para trabalhar com base em valores e crenças; 64% que investem com base nesses valores e crenças. Além disso, 81% dos entrevistados esperam transparência dos CEOs quando discutirem política pública ou com relação ao envolvimento de questões importantes para a sociedade[5]. Esse contexto tem fortalecido um movimento “primo” do ESG, mas diferente: a inclusão de reflexões sobre o propósito da organização na estratégia corporativa. Há cada vez mais pressão de consumidores, funcionários e investidores, principalmente os mais jovens, para que as empresas considerem no centro da estratégia corporativa o atendimento de necessidades da sociedade, sendo uma força positiva, ao mesmo tempo em que
Encontro 6 do Grupo de Estudos
Olá! Nosso próximo encontro será na sexta-feira, dia 24/02/2023 das 12h às 13h. Não precisa se inscrever. Basta ler o texto indicado e entrar no link do Zoom no dia e hora combinados. Não tem custo, nem número máximo de participantes. Algumas informações importantes: 1. Vamos continuar a leitura e discussão do livro do Prof George Serafeim: Serafeim, G. (2022). Purpose + profit. HarperCollins Leadership. O livro pode ser comprado no formato kindle na Amazon. Para esse encontro, leremos os capítulos 7, 8 e conclusão. 2. O encontro acontecerá no Zoom, nesse link aqui (um oferecimento da FGV!): Annelise Vendramini está convidando você para uma reunião Zoom agendada. Tópico: Grupo de EstudosHora: 24 fev. 2023 12:00 da tarde São Paulo Entrar na reunião Zoomhttps://fgv-br.zoom.us/j/92098523397?pwd=ZGVrcTh4L2x4NldnTU0xa1p5eGh2UT09 ID da reunião: 920 9852 3397Senha de acesso: 198524 3. Como vai funcionar? Durante os primeiros 20 minutos haverá uma breve introdução sobre os textos. Na sequência abrimos para a discussão. Atenção: esse encontro não ficará salvo! Espero vocês! Annelise
Incentivos verdes nos EUA e a concorrência na atração de investimentos ESG
[Originalmente publicado no Portal Noomis da FEBRABAN] No dia 16 de agosto de 2022 foi publicada nos Estados Unidos, a lei Inflation Reduction Act (IRA), com os objetivos de reduzir o déficit fiscal nos EUA (com efeito sobre a inflação, daí o nome), investir na produção e fabricação doméstica de energia e reduzir as emissões de gases de efeito estufa em cerca de 40% até 2030 [1]. São 725 páginas [2] que tratam de mudanças nos tributos corporativos, reformas envolvendo o Medicare – programa de assistência médica federal -, segurança energética, energia limpa, entre outros aspectos. Prevê recursos de US$ 300 bilhões na redução do déficit fiscal e de US$ 369 bilhões nos programas associados à segurança energética e mudança do clima[3] até 2031. É considerada uma das mais importantes políticas climáticas na história dos Estados Unidos [4]. Está prevista no IRA incentivos tributários para aquisição de veículos elétricos novos e usados, eletrodomésticos que contribuam para a eficiência energética das casas, instalação de painéis solares, incentivos para instalação de parques eólicos, conservação florestal, entre vários outros elementos associados à agenda ambiental e climática. A expectativa é que essa política leve à redução das emissões de gases de efeito estufa em cerca de 1 bilhão de toneladas em 2030, com impacto climático esperado maior do que qualquer outra legislação já promulgada nos EUA[5]. Os efeitos práticos da implantação dessa lei começam a valer a partir de janeiro de 2023. A lei prevê também que para que vários de seus benefícios fiscais sejam aproveitados, é necessário que determinadas matérias primas e equipamentos sejam produzidos nos Estados Unidos, Canadá ou México. Um exemplo é a exigência que os veículos elétricos sejam montados localmente para se qualificar para os subsídios e que as baterias sejam feitas de componentes extraídos ou processados nos EUA ou em seus parceiros de livre comércio. No “pacote” IRA há recursos de cerca de US$ 12 bilhões para empréstimos em atividades e projetos para infraestrutura de energia renovável ou relativa à eficiência energética[6]. O objetivo é diminuir a dependência das cadeias de valor na China e fomentar os impactos econômicos domésticos do crescimento dos setores verdes, como o crescimento dos chamados “empregos verdes” [7]. Um dos principais aspectos criticados nessa lei pela comunidade internacional (Emmanuel Macron da França e Ursula von der Leyen da União Europeia têm sido particularmente vocais) é o componente de protecionismo e potenciais conflitos entre essa legislação e o comércio internacional. A Coreia do Sul também se manifestou sobre as implicações dessa legislação no comércio internacional. Uma preocupação da comunidade europeia é a migração de indústrias do bloco para os EUA para aproveitar os incentivos fiscais, fugindo também dos custos crescentes de produção na Europa em função, entre outros aspectos, do aumento do custo de energia por causa da guerra Rússia-Ucrânia. Mesmo relativamente nova e sob críticas internacionais, essa lei já está movimentando o direcionamento de investimentos para os Estados Unidos. Sem dúvida, o IRA vai impactar substancialmente os investimentos em renováveis e de baixo carbono no país. BMW, Toyota, Mercedes, Stellantis (grupo que tem na sua carteira marcas como Fiat, Chrysler, Citroen, entre outras), por exemplo, já anunciaram investimentos em fábricas nos Estados Unidos [8]. Nos últimos anos a agenda de investimentos em temas ESG tem crescido de maneira impressionante. Por exemplo, os valores de ativos sob gestão (AUM) na indústria de investimentos passaram de US$ 23 trilhões em 2016 para US$ 35 trilhões em 2020, de acordo com o Global Sustainable Investment Alliance [9]. Os dados de emissão de títulos rotulados, mostram que a dívida com apelo ambiental, social ou de sustentabilidade vem crescendo, ano a ano desde 2016: emissões totais de cerca de US$ 200 bilhões em 2017 para mais de US$ 1 trilhão em 2021 [10]. É sabido que há uma sinalização do mercado investidor em alocar recursos para temas socioambientais. Sabemos que o Brasil é uma grande potência para esses temas; temos muito a oferecer a investidores interessados em temas ESG porque temos necessidades de investimentos em assuntos caros ao investidor ESG tais como conservação e restauração florestal, energia renovável, saneamento, entre tantos outros. Porém, como eu e meus colegas explicamos em outro artigo[11], há barreiras importantes a serem superadas no Brasil para o desenvolvimento de um ambiente de investimentos propício à agenda ESG. Algumas dessas barreiras são específicas a temas ESG, como eventual percepção por parte do investidor de riscos maiores ligados a novas tecnologias ambientais, falta de incentivos à agenda socioambiental, baixa atratividade financeira no Brasil (em termos de retorno ajustado ao risco) de projetos ESG, entre outros elementos. E há barreiras estruturais, que afetam o ambiente de investimentos como um todo, inclusive o ESG. Por exemplo, instabilidade macroeconômica, insegurança jurídica, ambiente político instável, uma cultura de investimentos ainda conservadora (preferência por imóveis, por exemplo por parte do investidor pessoa física), entre outros [12]. Para nós, a notícia dos incentivos verdes nos EUA pode representar uma concorrência importante desfavorável para a atração de investimentos estrangeiros para a agenda ESG no Brasil. Se, por um lado, no Brasil temos muitas oportunidades de investimentos, por outro, o risco percebido é relativamente alto em função do ambiente de investimentos de longo prazo no país. O Brasil teve seu risco soberano de crédito rebaixado em 2015 [13]; na Fitch e na S&P, por exemplo, somos avaliados como BB-, grau especulativo, indicando um elevado risco de default [14]. Há empresas que têm um rating mais bem avaliado que o soberano, claro, mas o rating soberano dá a dimensão da avaliação do mercado sobre diversas questões importantes para o ambiente de investimentos em geral, como características estruturais da economia que a tornam mais ou menos vulnerável a choques, desempenho macroeconômico, ambiente político, perspectivas de crescimento, finanças públicas e finanças externas, como conta corrente, fluxos de capital, e o nível e estrutura da dívida externa (pública e privada) [15]. Se queremos realmente atrair os trilhões de dólares que circulam pelo mundo interessados em investimentos atrelados à agenda ESG, já passou da hora de, como país, nos prepararmos e colocarmos em prática estratégias efetivas para atração e consolidação desses investimentos. A maior economia do mundo,
O que é razoável esperar de ratings ESG?
Na estreia da minha coluna para Citywire Brasil, escrevi um texto discutindo o que é razoável esperar de um rating ESG. #sustainableinvesting #sustainablefinance #esg #esgstrategy
The sustainable finance landscape in Brazil
Nesse livro, discutimos como dar escala investimentos sustentáveis em economias emergentes. Tive o prazer de assinar o capítulo 14, que trata especificamente de Brasil. O capítulo é um passeio pelo panorama de finanças sustentáveis no Brasil, com o objetivo de oferecer ao leitor (principalmente estrangeiro) uma visão geral do assunto no país. Para acessar o livro, basta clicar aqui: https://cepr.org/system/files/publication-files/175477-scaling_up_sustainable_finance_and_investment_in_the_global_south.pdf
Entrevista sobre o Panorama de Finanças Sustentáveis no Brasil
Encontro 5 do Grupo de Estudos em Finanças Sustentáveis
Olá! Nosso próximo encontro será na sexta-feira, dia 20/12/2022 das 12h às 13h. Não precisa se inscrever. Basta ler o texto indicado e entrar no link do Zoom no dia e hora combinados. Não tem custo, nem número máximo de participantes. Algumas informações importantes: 1. Vamos continuar a leitura e discussão do livro do Prof George Serafeim: Serafeim, G. (2022). Purpose + profit. HarperCollins Leadership. O livro pode ser comprado no formato kindle na Amazon. Para esse encontro, leremos os capítulos 5 e 6. 2. O encontro acontecerá no Zoom, nesse link aqui (um oferecimento da FGV!): ID da reunião: 956 8826 0018Senha de acesso: 475149 3. Como vai funcionar? Durante os primeiros 20 minutos haverá uma breve introdução sobre os textos. Na sequência abrimos para a discussão. Atenção: esse encontro não ficará salvo! Espero vocês! Annelise
Encontro 4 do Grupo de Estudos em Finanças Sustentáveis – Atenção: a data de 18/11 mudou para 24/11.
Olá! Nosso encontro será na sexta-feira, dia 24/11/2022 das 12h às 13h. Não precisa se inscrever. Basta ler o texto indicado e entrar no link do Zoom no dia e hora combinados. Não tem custo, nem número máximo de participantes. Algumas informações importantes: 1. Vamos continuar a leitura e discussão do livro do Prof George Serafeim: Serafeim, G. (2022). Purpose + profit. HarperCollins Leadership. O livro pode ser comprado no formato kindle na Amazon. Para esse encontro, leremos os capítulos 3 e 4. 2. O encontro acontecerá no Zoom, nesse link aqui (um oferecimento da FGV!): 3. Como vai funcionar? Durante os primeiros 20 minutos haverá uma breve introdução sobre os textos. Na sequência abrimos para a discussão. Atenção: esse encontro não ficará salvo! Espero vocês! Annelise